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Avenida Fontes Pereira de Melo

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Fontes pereira

Av. Fontes Pereira de Melo

Nesta página também se olha para a rotunda do Marquês de Pombal.

Fotografias

Foto A: Ao fundo vê-se o Saldanha. Dever-se-á utilizar este espaço livre para criar uma faixa ciclável/patinável?

Lumo: Acho que não! Devíamos era reclamar que aí fosse alargado o passeio! A Fontes Pereira de Melo é um local demasiado exíguo para a quantidade de peões que por lá circulam... FPM-1(300-400)


Foto B: Agora no sentido descendente. Tira-se a publicidade e faz-se um pequeno arranjo e já temos uma faixa ciclável, possibilitando a utilização da bicicleta até por idosos e crianças numa das avenidas mais movimentadas de Lisboa. Ou alarga-se o passeio e as bicicletas circulam no bus? E os patins?

FPM-2(300-400)


Foto C: Sentido ascendente. Mesma situação que as duas anteriores fotos. Depois das obras, o espaço disponível será ainda maior.

FPM-7a(400-300)

Marcos


Lumo 22:13, 28 March 2006 (EST)

Foto D: Picoas, sentido ascendente

PicoasAsc



Foto E: Em frente ao Teatro Villaret, sentido ascendente

FPM-TeatroVillaret


Foto F: Em frente ao Palácio Sotto Mayor, sentido ascendente

FPM-PSottoMayor


Foto G: Lado oposto à intersecção com a Av. António Augusto Aguiar, sentido ascendente

FPM-AAA


Foto H: Entrada Túnel do Marquês: há, depois das obras e não visível na foto, uma faixa BUS à direita da entrada do túnel, mas o piso é empedrado: chato para bicicletas, muito mau para patins.

FPM-EntradaTunel

Problemas encontrados

No sentido Marquês-Saldanha ocorrem autênticas barbaridades urbanísticas:

- passeios completamente obstruídos por painéis publicitários;

- áreas sem qualquer uso (provavelmente já serviram de estacionamento mas hoje não têm qualquer uso) que poderiam servir como faixa ciclável, ou para alargar os passeios, que são extraordinariamente estreitos para uma avenida desta dimensão;

- a poluição atmosférica nesta avenida é tremenda, especialmente à hora de ponta

Sugestões

Sentido descendente- Saldanha-Marquês: A faixa BUS poderá ser partilhada pelas bicicletas sem qualquer inconveniente, uma vez que o declive permite velocidades comparáveis à dos automóveis. Será preciso indica-lo expressamente através de marcas no pavimento.

Fbruno69 Eu diria "permite INCLUSIVAMENTE velocidades superiores", nomeadamente na hora de ponta.


Sentido ascendente- Marquês-Saldanha: O declive não é proibitivo mas é problemático, uma vez que a velocidade de circulação dos automóveis nesta avenida é alta (ilegalmente alta) e a dos velocípedes, como em qualquer subida, é mais baixa. Neste caso admito que alguma segregação do tráfego poderia ser benéfica, p.e., faixa ciclável (contudo, esta solução causa alguns constrangimentos à paragem dos transportes colectivos e teria que ser bem pensada e muito bem desenhada, mas deixo aqui apenas a sugestão).

Fbruno69 Mais uma vez discordo!
Exactamente por ser uma via (normalmente) com 3 faixas sendo uma de bus é perfeitamente possível circular na faixa de bus e nas poucas ocasiões em que um ciclista se cruza com um autocarro é simplesmente uma questão de Educação quer da parte do ciclista quer da parte do motorista a negociação da ultrapassagem, seja por o ciclista encostar ligeiramente, seja por o autocarro simplesmente mudar de faixa!

Pedro Vicente Eu utilizo esta via quase todos os dias, para cima de manhã, para baixo ao fim do dia e os dois únicos acidentes que tive de bicla foram precisamente nela, no mesmisso sítio, mas foi possivelmente mais devido ao seu péssimo estado por causa das obras. Gostaria só de dizer que a opção de circular no bus me parece realmente viável, mas chamo a atenção para que bus não é só autocarros mas tb táxis e esses neste avenida são mts e tb gostam de andar a grande velocidade..Pelo que não sei se neste caso uma via ciclável, no sentido ascendente, não seria realmente melhor..Até porque grandes partes da avenida tem um espaço junto ao passeio que não está a ser aproveitado, têm apenas umas barreiras..No entanto, a via do bus (nos dois lados), junto a berma pelo menos, esta em muito mau estado. Pontos sensíveis, cruzamento com a Tomás Ribeiro e saida para a Augusto Aguiar.

Pedro Vicente A ideia é criar na cidade um eixo ciclável que permita e apele às pessoas o uso da bicicleta na cidade. Se nos limitamos a dizer que se usa a faixa bus independentemente do tipo de rua, não estamos realmente a mudar nada, não estamos a criar condições, nem a apelar a nada.Se dizemos para na Fontes Pereira de Melo, usem a faixa bus, quando nela se circula ás velocidades que se circulam, não estamos a convencer ninguem..Eu vou e não vejo porque não se vá, mas não é para qualquer um..Ha sitios que não pode ser so a faixa bus, tem mesmo que ser uma via ciclavel e nesta avenida acho que ha condiçoes para uma..

Marcos Pais Estou de acordo com o Pedro Vicente. Se nos limitarmos a dizer para as pessoas andarem no Bus, tudo irá permanecer na mesma. E nem só de jovens com bom ritmo se constituem os ciclistas de Lisboa. Mais: nem só de ciclistas estamos a falar. E os patinadores, por exemplo? A minha sugestão é que se aproveite o espaço que está neste momento livre em ambos os sentidos, como mostram as fotos (em especial a A, B e F) e seja alargada a faixa bus, para fazer a tal faixa larga bus + bici. No sentido ascendente poderia ser "pintado" de vermelho um metro de rodagem, com indicação de bicicleta. Mais uma vez, preconizo a separação desta faixa larga das restantes faixas automóveis, para evitar chicos-espertos no bus (ver foto de exemplo em Paris, na secção da Av. república).


Proposta de implementação

Este troço é bastante homogéneo: tem uma inclinação constante e mantém sempre o número de faixas, pelo que se pode pensar numa solução também ela homogénea.

Considerando os dados recolhidos e os comentários de utilizadores, propõe-se o seguinte:

  • Não utilizar o espaço actualmente não utilizado junto ao passeio (antigos lugares de estacionamento), e propor que este espaço seja usado para alargar o passeio.
  • Sentido ascendente: o declive obriga a que a velocidade dos ciclistas seja relativamente baixa, o que pode criar conflictos com o restante trânsito. Propõe-se assim que a faixa direita seja transformada em BUS+BICI, e seja simultaneamente alargada, por forma a permitir as ultrapassagens. O carácter BUS+BICI da faixa devia ser claramente assinalado, através de sinais e marcas no pavimento. A faixa deveria neste caso ser separada do restante tráfego. Neste caso, a separação não prejudica mudanças de direcção, pois, ao longo de toda a avenida, apenas se pode virar à direita. A questão das faixas BUS+BICI é discutida nos Problemas Gerais.
  • Sentido descendente: devido à inclinação, a velocidade de ciclistas é de facto comparável à dos demais veículos: por isso, a circulação de bicicletas seria feita na faixa da direita, que seria transformada em BUS+BICI, com as marcações e sinais descritos no ponto anterior. A inserção do separador entre a a faixa BUS+BICI seria também de considerar, pois, mais uma vez, são interditas mudanças de direcção à esquerda.
  • No estado actual, há alguns problemas com o pavimento: em geral está em mau estado, o que se devia resolver. Porém, há problemas particulares: algumas paragens de autocarro têm o piso empedrado, o que é inconveniente para bicicletas e quase impossível para patins (ver Paragens de autocarro). Um destes casos é na faixa BUS, à direita da entrada do túnel do Marquês, no fim em sentido descendente. Neste caso, e como aí em geral os autocarros estarão parados, propõe-se que se coloque uma faixa de asfalto na extremidade esquerda da faixa. No lado oposto é semelhante.

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