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Colabora Ata da segunda Convenção

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II CONVENÇÃO – 03/ 03/ 2007

Presentes

Vanessa (ATA), Raquel, Juca, Diego, Diogo (GTP), Caio, Leo BIXO, Caio Fodasse, Leo PEA, Sérgio, Humberto, Ro

Festas

Raquel levantou que, depois da depredação dos banheiros na cervejada dos bixos, a relação com a diretoria piorará. Sugeriu-se o concerto até segunda-feira. Fodasse disse que, no ano passado, houve uma festa ilegal. As festas são extremamente importantes para a vida politécnica. Além disso, o Ivan é o tipo de diretor autoritário. Devemos, então, realizar as festas, tomando cuidado com casos como a depredação de ontem. Caio lembrou que a responsabilidade jurídica das festas sem autorização recai sobre o Grêmio.

Diego lembrou que mandaremos um relatório sobre a semana de recepção para a Pró-reitoria de Graduação da USP para concorrer ao prêmio de melhor Recepção de Calouros da Universidade.

Raquel lembrou que o maior problema será Integra, provavelmente.

Quando o diretor assume as festas, o Grêmio deve responsabilidade à Escola e esta à Reitoria. A autorização não modifica o esquema de entrada de carros / pessoas na USP. No entanto, há uma questão política envolvida, pois a diretoria ameniza a situação com a reitoria em caso de confusão. A proibição não é oficial.

Leo PEA levantou a dúvida sobre qual foi a posição do DCE em relação à Calorada unificada. Ninguém soube responder.

Encaminhamento: seguiremos com a realização das festas. Pediremos autorização ao diretor, mas assumiremos a responsabilidade, independemente da resposta da diretoria enquanto não houver proibição expressa.

Opressão de Espaço

Segundo Leo PEA, mês passado, o próprio governador Serra sugeriu a idéia de que a concessão das licitações dos XEROX e cantina/restaurantes fossem proibidos, tirando a renda dos Centrinhos. No caso, toda vez que que há ação lucrativa em cima do espaço público deve haver licitação. No Poliglota, o esquema é diferente, pois há um acordo com a Escola (em teoria, ilegal). Assim, apenas o Grêmio teria verba.

Diego levanta a idéia de, caso essa proibição ocorra de fato, o Grêmio poderia alugar algumas máquinas de XEROX (já que compra-las não compensa) e fazer a preço de custo para os alunos. Leo PEA diz que, acima da questão dos XEROX, a idéia da proibição é tirar a autonomia dos CAs, pois quando eles precisarem de capital, seria mediante aprovação e prestação de contas para a administração dos prédios.

Raquel diz que, no futuro, é bem provavel que o Grêmio tenha que arcar com os gastos da Atlética e, talvez, dos Centrinhos. A carterinha voluntária é também uma idéia para aumentar a renda. Leo PEA levanta que o financiamento externo é uma possibilidade perigosa para os Centrinhos. A Universidade poderia se tornar um Shopping.

Na Elétrica há um departamento que cobra por apostilas (PSI) (com proibição da reprodução não autorizada), cuja compra e obrigatória. Caio sugere que os RDs tenham acesso aos documentos que regulamentam a transição e vejam qual é o destino do dinheiro. Juca diz, ainda, que é possivel tornar pública a situação para os alunos.

Essa é uma questão que fere o livre acesso ao conhecimento produzido pelos docentes durante sua dedicação à Universidade Pública, especialmente em relação ao material didático. Tambem há a questão dos alunos de baixa renda, que não compram nem livros e são obrigados a pagar muito mais caro pelas apostilas.

Encaminhamento: o primeiro passo é frequentar as reuniões dos Centrinhos para informá-los sobre a situação da opressão de espaço, além de criar uma ponte entre os CA's e o Grêmio. Devemos ter uma posição comum para nos organiuzarmos quando a proibição vier à tona. Na próxima reunião discutiremos as pessoas que representarão o Grêmio nos CA's.

Quanto ao caso da Elétrica, pediremos aos RD's para obterem os documentos e chegaremos a uma linha de ação a partir daí.

Licenciamento

O Politécnico

No "O Politécnico", o licenciamento será livre com citação do autor. Permitiremos modificações (GNUFDL).

Informativos, site e outros

Quanto aos panfletos (Informativos, por exemplo), e site, o licenciamento será totalmente lvire, uma vez que é divulgação. (GNUFDL)

Cadernoteca

A Longo prazo podemos conseguir o domínio cadernoteca.usp.br.

Ainda precisamos iniciar o conteúdo.

Juca conseguiu contato com estudante da San Fran interessada em colaborar com o projeto.

Proporemos em reunião geral que cada um se comprometa com uma matéria do primeiro semestre, cujo dead-line será o fim do ano.

Linux

Precisamos mobilizar a Escola para formatar os computadores (especialmente o Linux) e tornar o Kurumim boot automático, ao invés do windows. Também a instalação de Linux nas salas "Para o Aluno" faz-se necessária.

Encaminhamento: mandar ofício para a Escola pedindo a instalação do KUBUNTU ao invés do Kurumin.

Cursinho

Para o cursinho teremos que realizar uma reunião com os professores. No Grêmio, a questão a ser fechada é em relação ao uso comercial: Ela será livre absolutamente.

Relações Departamentais

EP

Caio levantou que, desde que está na Poli, não concorda com a maneira com que os trabalhos são lá levados, pois o Grêmio banca um departamento que gera capital (bolsas) a seus integrantes. Essa situação não seria vantajosa mesmo se o EP agregassem pessoas de toda USP. As bolsas são obtidas por integrantes (nominalmente), que ficam com a verba e mal investem no projeto. Antes do projeto Cadopô, o dinheiro era colocado em um fundo comum e divido entre os integrantes. Sem esquecer que a concepção do EP é de trabalho voluntário, sendo parte do Grêmio.

Há várias outras irregularidades no EP: ele não tem estatuto, nem prestação de contas, os projetos não saem do papel, há equipamentos do Grêmio abandonados e perdidos. Explicou-se quais são os atuais projetos o EP (no papel): Cadopô, Rádio Livre...

Pitanga levanta que, antes de um departamento do Grêmio, o EP é um projeto de extensão (ações praticadas na sociedade produzidas na Universidade), definição que, pela Escola, ser paga. Diego e Pitanga discutem acerca do mérito da bolsa por extensão no projeto Cadopô. Pitanga defende que o EP seja similar a uma Iniciação Científica. No entanto, muitos defendem que seus projetos sejam mais parecidos com as atividades praticadas no Grêmio, como o Cursinho da Poli e a Cadopô. Mas Pitanga lembra que somos uma entidade de representação eleita, ao contrário do EP. Raquel coloca a questão dos Rcs 2006, que são representantes, mas não foram eleitos.

Cadu compara o EP a Poli Jr., que é voluntária e não pode ser um trampolim para conseguir bolsa. Pitanga não vê problemas em o EP ganhar dinheiro, pois este é um espaço livre de extensão dos alunos. Assim, é válido bancar o departamento para que os alunos tenham esse espaço. Diego, no entanto, lembra que, como parte do Grêmio, o EP deve seguir a linha ideológica da Instituição. Raul acha que o EP não deve se limitar a Poli, mas sim abranger a sociedade.

Diego diz que, além da representatividade que o projeto assume ao ser financiado pelo Grêmio, o EP tem a função de incitar a reflexão acerca da ideologia do projeto e da função de cada profissão. Pitanga levanta que ganhar dinheiro com trabalho social não é errado. Caio lembra que, ao ser financiado por terceiros, perde-se a autonomia do trabalho, mas Raul lembra que a bolsa não irá barrar aqueles que desejam realizar a pesquisa/ projeto. Raquel diz que não há como controlar os integrantes do EP quanto às mudanças do projeto para se adaptar aos interesses daqueles que dão bolsas.

Encaminhamento: formaremos um Grupo de Trabalho para escrever o estatuto do EP, em cima dos nossos objetivos para o departamento. Enquanto eles não aceitarem, não liberaremos verba nem a secretária. Por 10 votos a 3, decidimos contra a bolsa individual.

Atlética

Cadu conversou com a Atlética, que se disponibilizou a discutir reformas na Vivência. A tia dos doces reclamou da infra-estrutura e da falta de mesas e cadeiras, o que torna mais urgente a união entre as duas instituições. Caio descreveu a conversa que teve com um ex-membro da Atlética: eles não dão atenção ao Grêmio, exceto quando eles precisam.

DCE

Segundo Leo PEA, o Grêmio teve contato com o DCE na calorada, mas ainda deve-se esperar os acontecimentos para se definir posição em relação à Gestão. No entanto, já temos algumas evidências da linha política deles:

Somos contra o partidarismo do DCE. PSDB e PT parabenizaram a gestão Camarões pela organização da Calorada, sendo que eles se diziam apartidários na eleição.

A Calorada não foi exatamene o que era esperado. Eles agiram de modo contrário a do discurso contra a homofobia. Por exemplo, colocaram bixetes para dançar no trio elétrico de forma machista. A Gestão pareceu mais interessada nas festas do que nas discussões em si.

Pitanga lembra que a formação de chapa deles foi fraca, feita para ganhar: juntaram-se grupos totalmente opostos PT, UJS e Adeus, Lenin! Muitos entraram de repente no ME, apenas para fazer número. Fugiram de discussão (Caio, Diego e Pitanga). Além disso, sabe-se que o discurso de campanha era muito mutável de lugar para lugar. Muitos criticavam a UNE, mas membros da chapa eram da instituição.

Raul lembrou que a gestão de DCE tentará formar uma grande chapa para o Congresso da UNE. Nós devemos tomar cuidado e tentar mandar o maior número de pessoass da Poli para lá.

Encaminhamento: esperaremos as ações do DCE para assumir posição oficial.

SINTUSP

Devemos intermediar a relação entre SINTUSP e os politécnicos para amenizar a péssima imagem que a instituição tem na Poli. Esse ano há indícios de que haverá greve. Devemos procurá-los antes da greve para entender o processo. Além disso, organizaremos debates sobre o assunto nos Cas e uma geral no Grêmio.

ADUSP

Procuraremos a instituição para debater Findações, já que eles lideram o movimento contra elas.

AEP

No caso da CADOPÔ II, a asssociação disse que ajudaria a construir o prédio, por causa da boa imagem que isso geraria, mas teríamos que comprar o terreno. Fundadores da moradia fazem parte da AEP e seria possível nos reunir com eles para conversar com ex-moradores.

DIRETORIA

Como já foi discutido no ítem festas, vamos conviver com a diretoria de forma respeitosa, porém impondo nossas opiniões, como na questão das festas e da Congregação. É bem provável que consigamos dobrar a diretoria se não desistirmos de nossa posição.

UNE/ UEE

Na última reunião com UEE, eles se mostraram interessados em participar da quinta-feira cultural e em realizar a manobra para apoio à Cadopô. No entanto, nenhum desses itens gerou frutos e o relacionamento com essa instituição parou por aí.

Assumiremos uma posição em relação à instituição no momento necessário, como, por exemplo, no Congresso da UNE. Devemos discutir a Reforma Universitária, especialmente, para decidir nossa opinião e iniciar a articulação para o CONUNE. A venda das carterinhas da UNE já começou. Pitanga contou a história do processo de venda: uma empresa é contratada para vender as carterinhas por um preço estabelecido.

POLI JR

A relação entre as instituições é neutra, porém as ideologias parecem ser completamente diferentes. Por exemplo, a organização dos workshops tem apenas megacorporações, a Vanzolini financia a empresa jr. etc.

04/ 03/ 2007

Discutiu-se a questao do financiamento por fundacoes como a Vanzolini para as competicoes. No caso, como repassamos o dinheiro da Vivencia para a Atletica, acabariamos aprovando a ideia de fundacoes. Devemos conversar com eles, analisar a parte financeira e impor a nossa posicao, ameacando a tirar o repasse.

Leo PEA sugere que, ao invés de bater de frente com a Atlética nesse caso, a gente sugira que o Grêmio banque as equipes em troca de propaganda nos uniformas, como ocorre com os Centrinhos.

Encaminhamento: Fodasse e Cadu irão às reuniões da Atlética.

Raquel sugere que o dinheiro dos centrinhos seja colocado em fundo comum junto com o Gremio em investimentos para aliviar a situacao financeira dos Cas. Também surgiu a idéia da

A importância do Grêmio aumentará para o bem e para o mal. A formação de chapas da Atlética. Pintanga diz que o maior perigo é que uma chapa seja formada pela UJS (o que aconteceu na medicina) sem uniao ideológica. Raul diz que talvez a maneira como nós discutimos a Poli Jr. Possa incitá-los a formar uma chapa. Leo não acredita que isso possa ocorrer. O mais provável é que haja agregados da empresa júnior em alguma chapa.

Contribuições ao material didãtico = boicote das XEROX.

Diego e Raul diz que, com essa situação, a Atlética e os Cas irão mobilizar muitas pessoas. Pode ocorrer uma grande união dos estudantes. Pitanga questiona qual será nossa posição em relação à decisão: lutar pela colaboração volutária ou pelo repasse, pois o argumento de geração de lucro para instituições privadas como os Cas através da utilização do espaço público. No entanto, levantou-se que o financiamento é feito dos alunos para os alunos, pois são eles os clientes dos XEROX e cantinas. Mas a colaboração voluntária não é uma idéia excludente.

Pitanga lembra que é bem provável que, em algum momento da reforma do Biênio, a diretoria coloque o XEROX fora da área dos estudantes (licitada). A idéia é abrir uma XEROX do Grêmio no local. Devemos lutar para que, no plano diretor, haja separação física (porta) do espaço dos estudantes para evitar que a diretoria retire a área que pode ser licitada. Diego acredita que podemos bancar uma XEROX do Grêmio.

Diego diz que é interessante enfrentar a diretoria de frente se e quando a desisão for tomada. Raul conta que na UFMG, os alunos têm que pagar matrícula, dinheiro que vai para uma fundação e é repassada aos Centrinhos. Forma-se, assim, uma relação perigosa com fundações.

Raul dia que devemos boicotar as lanchonetes também. Leo PEA diz que há uma portaria na USP que regulamenta o preço de alguns alimentos que, depois de 2001, se tornou responsabilidade das diretorias e não está mais em vigor, pois não foi de interesse delas.

Incentivar os alunos a levarem marmita, comprando geladeiras e microondas.

Encaminhamento: faremos uma reunião com membros da Atlética e Cas, sem limite de pessoas e mandaremos uma carta a diretoria. Uma carta aberta aos estudantes também é importante, além de definir uma posição congressual.

Centrinhos

Na Elétrica, o Leo PEA está acompanhando as reuniões. O Cenrinho está tentando organizar um workshop de graduação, além de coordenar os RD da Elétrica. As discussões giram em torno da forma de ingresso, da sala para o aluno, fianciamento externo, entre outros. Há os departamentos e a COD, que cuida de todo prédio. Uma das possibilidades a ser discutida é o espaço das festas, pensando na possibilidade de deslocamento das festas mais conturbadas para a Elétrica, pois é possível tem maior controle. A Sapo foi bastante elogiada por todos os departamentos da Elétrica. Diego e Pitanga dizem que é melhor não partciparmos da Mapo, pois nós já temos a Sapo para organizar.

Haydée acompanhará as reuniões do CEC a partir da semana que vem.

É necessário colocar a importância dos Rds nos Cas. Outro ponto importante é organizar um encontro de RD e RC antes do Congresso. Uma pauta importante são as festas. No entanto, é melhor discuti-la com os Cas. Leo PEA diz que a sistematização da Geral é essencial para que haja um espaço de informes dos Cas.

No caso dos Rcs de primeiro ano, realizaremos a eleição no primeiro mês e assumiremos o questionário de avaliação de professores. Diego diz que toda a movimentação deve ser feita de uma vez toda: em uma semana apenas, ao contrário da organização, que tem que ser bem estruturada. Mandaremos ofício para os professores, explicando a ilegalidade dos RC chamados pelo Giuliano. Divulgação é essencial.


AEQ – Vanessa CAM CEC – Haydée CEE – Leo PEA, Nath CAEP - Wata (nao conheco ninguem la, mas vou me informar...) CEN CMR


Encaminhamento: organizar reunião com os Cas para discutir, especialmente, sobre o caso das verbas das concessões. Faremos a reunião com os RD e RC antes da segunda semana de provas.

Organização interna

Encaminhamento: Haverá um responsável por cada atividade Todos ajudarão nas atividades pontuais As diretrizes centrais das atividades serão decididas por todos Retomaremos essa pauta dia 13 de Março

ARTE E CULTURA – Ana (Indicativo) Sapo Girinos Puxa-Sapo Filmes Semanais Contato com GTP

FESTAS – Fodasse Bixopp Festa Junina Festas do Nabo Infra-estrtura de festas Festas de Aniversários

CONGRESSO - Raul Congresso CONUNE Debates Articulação com ME da USP Pré-congressos Encontro de CA

COMUNICAÇÃO – Vanessa Assessoria de Imprensa Jornal Informativo Mural Intranet Site do Grêmio

CULTURA LIVRE - Juca Software Livre Cadernoteca Big Head Fisl

CURSINHO – Leo PEA

CADOPÔ - Raquel Projeto Diálogo com grupos Negociação com a prefeitura e secretarias Contato com EP

JURÍDICO – Watanabe (confirmado) Contato com advogados Dívidas Funcionários Estatuto Registro de ata Regimentos de Departamentos

ADMINISTRATIVO - Cadu Patrimônio Reformas Inventário de equipamentos Manutenção Compras e orçamentos

REPRESENTAÇÃO DISCENTE - Pitanga Reuniões de RD Encontro de RD e RC Contatos com RD's de departamentos

REPRESENTAÇÃO DE CLASSE – Leo Bixo Encontro de RC Organização de RC Eleição de RC

POLIGLOTA - Diogo Funcionários do Poliglota

FINANCEIRO - Diego

Computadores

O Grêmio deveria comprar computadores para a Sala de Informática. Raquel sugere notebooks populares. Todos comcordaram com a compra de um apenas com câmera para a sala de reuniões.

A questão a ser resolvida será a compra ou não de servidor, mas esta será discutida em próximas reuniões. Pitanga diz que computadores não deverão ser comprados na Sta. Ifigênia, por causa da garantia e assistência técnica, que não é contrabandeada. Além disso,é importante numerar e ou lacrá-los pra que não se desmontem o computador. Compraremos apenas uma caixa de som, alguns plugues para notebooks. O Flander ficará para a Sala de Comunicação.

Não poderemos deixar o telefone livre, por causa do alto cuso que isso gera. Pitanga sugere a reativação de um sistema de central telefônica interna, com diversos ramais para os locais do Grêmio.

Raquel levanta que devemos comprar um pen-drive.

Encaminhamento: Cadu orçará o notebook e os computadores (POSITIVO).

Servidor

Diego diz que ninguém terá acesso direto ao servidor, pois ficará trancado em uma sala. Além disso, há diversos tipos de servidores. O pessoal do Poliglota quer comprar um servidor exclusivo. No entanto, Pitanga levanta que um servidor com o tamanho da capacidade é melhor do que dois. A questão é que, no Grêmio, há muito mais pessoas acesssando o servidor. A solução é realizar a partição do servidor, do Poliglota e Grêmio e também por comissões.

Pitanga diz que o servidor tem redundância e confiabilidade. Foi orçado um sevidor em R$ 3600 de 1GB de ram, controladora ride, mouse, teclado e dois HD se 160 GB cada. Além disso, talvez seja necessário comprar memória ram de 1GB.

Palco livre

Diego contou que, durante a festa, membos da Atlética quebraram o palco livre. Falaremos com a Atlética para que eles paguem o concerto.

Projetos dos Bixos

Raquel diz que, em relação à reciclaem, poderiamo começar com a reciclagem de papel por causa da grande quantidade. No entanto, Vanessa lembrou que, em PNV, houve estudos sobre quantidade de lixo, empresas de reciclagem e métodos de redução e reutilização de lixo. Iremos chamar o pessoal do segundo ano para realizar o processo

Raquel já conversou com as Equipes Poli para a compra de livros.

Piano

Foi decidido em geral que o Gremio comprará um piano de armário. Raquel lembra que não há computadores no Grêmio e que não há nenhum especialista escolhendo o piano. Daí a necessidade de retardar a compra. Questão de prioridades.

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