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Marquês de Pombal

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Marques

Marquês de Pombal

Fotografias

Foto A: Entrada Túnel do Marquês: aqui poderá haver um problema de cruzamento entre os carros a querer entrar no túnel, e bicicletas a querer evitá-lo

FPM-EntradaTunel


Foto B: Justino Walksa: a antiga lateral junto ao Parque Eduardo VII está desactivada pelas obras. Será que voltará a existir? A circulação de bicicletas podera ser por aí, para evitar a confusão da rotunda propriamente dita.

MP-PEVII


Foto C: Marquês de Pombal: a lateral junto ao Hotel Fenix tem a circulação em sentido contrário. A circulação de bicicletas podera ser por aí, para evitar a confusão da rotunda propriamente dita.

MP-HFenix


Foto D: Marquês de Pombal: a lateral que desemboca na Av. da Liberdade também tem a circulação em sentido contrário, condicionada.

MP-AvLib


Foto E: Marquês de Pombal: lateral à frente da EDP. Duas faixas, mais espaço para paragem de autocarros.

AvLib-EDP

Comentários

Problemas encontrados

Fbruno69 Este parece-me ser o ponto mais complicado do percurso: Rotunda com 4/5 faixas e com saídas complexas!

Exactamente pela quantidade e velocidade do tráfego acho este um dos poucos casos em que 'talvez valesse' a pena pensar numa segregação...

Mas tal como já disse várias vezes, isso nunca passará de uma medida de compromisso.

Sugestões

Este ponto é o tal que admito que alguma infraestrutura me pareça indicada, mas penso que o melhor seria mesmo as "bike boxes" nos semáforos que já existem de modo que os ciclistas entrariam na rotunda à frente do tráfego automóvel e já na faixa mais indicada para o local onde se dirigem.

A correcta utilização dos sinais com os braços permitem a circulação sem grande problema!

Penso que o melhor investimento seria mesmo umas sessões educativas - patrocinadas pela FPCUB, CML, PRP ou qualquer outra entidade - para todos os condutores de TODOS os veículos sobre como circular em rotundas.


No entanto admito perfeitamente que uma grande percentagem tenha medo de circular no Marquês do Pombal, pelo que um compromisso possível seria fazer a circulação pelas "vias laterais" que inclusivamente servem de entrada/saída para a Av. da Liberdade. [1]

O verdadeiro problema seria, como em qualquer segregação, como fazer onde as duas vias se cruzam? Mais, como fazer o atravessamento da Av. da Liberdade? E o da Fontes Pereira de Melo? Actualmente nessas zonas nem sequer existe uma passadeira... estão mais afastadas da rotunda e têm uma paragem obrigatória a meio...

Proposta de implementação

Este troço é sem dúvida o mais complicado, sobretudo nos seus moldes actuais: muitas entradas e saídas da rotunda, várias faixas e velocidades frequentemente excessivas. É por isso difícil fazer uma proposta demasidado minimalista. No entanto, existem as vias laterais, neste momento deaproveitadas, que poderiam ser organizadas por forma a facilitar o trânsito de bicicletas.

Neste sentido, propõe-se (Lumo):

  • Reactivar as faixas laterais, repondo os seus sentidos originais: sempre em sentido contrário aos ponteiros do relógio.
  • O troço junto ao parque Eduardo VII deve destinar-se exclusivamente para trânsito especial: bicicletas, autocarros e demais transportes públicos, autocarros de turismo. Neste troço, o trânsito seria calmo e permitiria a fácil integração de bicicletas, apenas com marcações no pavimento e sinais verticais.
  • O atravessamento do troço do parque Eduardo VII para o próximo do hotel Fénix está presentemente cortado por um separador. Aqui é necessária uma travessia específica para bicicletas, paralela à travessia de peões, que não pudesse ser utilizada por automóveis.
  • O troço junto ao hotel Fénix precisa de ter o sentido invertido. No sentido descendente, o trânsito seguiria naturalmente para a lateral da Av. da Liberdade. O acesso a este troço deve ser desincentivado, obrigando-o a virar, no final, para a Av. Brancaamp.
  • Para os ciclistas que necessitassem, no sentido descendente, de mudar de direcção para a esquerda (p. ex. para acesso à Duque de Loulé), poderiam fazê-lo no cruzamento com a R. Alexandre Herculano, para evitar usar a rotunda do Marquês propriamente dita. Este atravessamento devia ser bem assinalado por marcas no pavimento.
  • No sentido ascendente, o trânsito que venha da lateral da Av. da Liberdade segue naturalmente para a lateral da rotunda do Marquês, seguindo também naturalmente para a Av. Fontes Pereira de Melo. Neste troço existe trânsito normal. Para melhorar a integração das bicicletas no tráfego geral, a faixa da direita deve ser considerada de trânsito partilhado, com as respectivas marcas no pavimento (no centro da faixa) e sinalização vertical.
  • Para os ciclistas que necessitassem, no sentido ascendente, de mudar de direcção para a esquerda (p. ex. para acesso à Av. Brancaamp), seria possível contornar a rotunda sempre pela via lateral. O atravessamento do troço frente à EDP para a parte frontal ao parque Eduardo VII tem um separador associado ao acesso ao túnel. Aqui é necessária uma travessia específica para bicicletas, paralela à travessia de peões, que não pudesse ser utilizada por automóveis.



Alternativamente, propõe o Ricardo Sobral:

Eu acho que para simplificar a questão devemos propor reactivar as faixas laterais permitindo a circulação de bicicletas em ambos os sentidos. A partir do momento em que aceitamos a segregação não faz sentido continuarmos a reger-nos pelas regras de trânsito da rotunda. Além disso, no caso de nada ser feito na parte debaixo da rotunda (ligando as duas laterais da Av. Liberdade, coisa que não existe neste momento e que devemos propor também) a circulação nos dois sentidos permite ligar a Av. Braancamp à Fontes Pereira de Melo, Duque de Loulé e restantes.

Para minimizar os custos e o impacto das obras necessárias, devemos propor fazer esta ligação apenas para bicicletas. As restantes considerações, do trânsito automóvel e de peões, devem ser excluídas da proposta para nos concentrarmos na nossa questão e dar liberdade a quem de direito de fazer as suas escolhas.

Fiz um mapa para ilustrar a minha proposta (está no google maps mas é impossível meter aqui o link...).


Lumo: Sou de opinião que o atravessamento inferior é muito complicado de implementar, nomeadamente porque a saída da rotunda é a única que não tem um semáforo.

Acho por isso que se podia optar por uma solução sem esse atravessamento, mas que permitiria na mesma o acesso a todas as saídas do Marquês: o sentido contrário existiria, apenas por cima, entre a Brancaamp e a Duque de Loulé.

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