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Componentes do grupo

Caroline

Cristiele

Lauren

Lisandro

Sabrina


Título

    Os autores e suas contribuições em um texto cooperativo – sugestão de inclusão na norma ISAD(G)


Justificativa

   Um dos aplicativos tecnológico cooperativo que vem sendo muito utilizado no momento é o editor de textos cooperativo, que possibilita a criação de textos em cooperação com os componentes de um determinado grupo.
   Um trabalho com editor cooperativo pode ser desenvolvido por um grupo que trabalhe no mesmo local ao mesmo tempo ou pode ser desenvolvido no mesmo local em tempos diferentes ou ainda em locais diferentes, mas ao mesmo tempo.
   O editor cooperativo permite a participação de várias pessoas em um determinado grupo, e no histórico do programa fica registrado o nome de cada participante com o que ele contribuiu, alterou, corrigiu, acrescentou no texto.Com o editor, o trabalho não será a expressão ou idéia de uma única pessoa, mas a alteração dessa idéia, até que constitua um todo, completo e constituído pelo trabalho do grupo, capaz de expressar todas as visões, opiniões e os consensos gerados pelas discussões, pois não será a imposição da idéia de alguém, mas o pensamento de um grupo.
   A ISAD(G), General International Standard Archival Description, é uma norma que estabelece orientações gerais para a descrição arquivística, seu objetivo é identificar e explicar o contexto e o conteúdo da documentação de arquivo, a fim de promover a sua acessibilidade.
   As regras identificam e definem vinte e seis (26) elementos, que podem ser combinados para constituir a descrição de uma entidade arquivística. Essas regras gerais podem ser aplicadas independente do suporte dos documentos, mas as regras contidas não fornecem orientação específica para a descrição de documentos especiais, tais como selos, registros sonoros ou desenhos técnicos.
   Cabe então, aos arquivistas elaborarem novas regras para a descrição dos textos cooperativos, sobre os produtores e suas respectivas contribuições.
   A ISAD(G) apresenta dentro dos Elementos de Descrição a Zona do Contexto, que apresenta informações como o nome(s) do(s) produtor (es) e a história administrativa/bibliográfica.
   O item Nome(s) do(s) produtor (es) tem objetivo de identificar o produtor da unidade de descrição. E sua regra é registrar o nome do responsável pela produção, acumulação e conservação dos documentos.
   Este item poderia ser reestruturado a fim de contemplar os vários produtores de um texto cooperativo. Quanto à regra de descrição deveria ser modificada incluindo a contribuição de cada produtor do texto.


Conceitos

DESCRIÇÃO ARQUIVÍSTICA

   Conforme o Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística (2005, p.67) a descrição é um “conjunto de procedimentos que leva em conta os elementos formais e de conteúdo dos documentos para a elaboração de instrumentos de pesquisa”.
   A organização arquivística de qualquer acervo pressupõe não apenas as atividades de classificação, mas também as de descrição. Somente essa garante a compreensão ampla do conteúdo de um acervo, possibilitando tanto o conhecimento quanto a localização dos documentos que a integram.


EDITORES COOPERATIVOS

   Ferramenta importante na busca da realização de um trabalho em conjunto, onde os usuários interagem de diversas formas com o intuito de criar um trabalho único e conciso. Objetivam o estreitamento das interações entre os co-autores dos textos, tornando essa tarefa menos impessoal do que a simples troca de mensagens entre ambos.


METADADOS

   “São dados que descrevem completamente os dados (bases) que representam, permitindo ao usuário decidir sobre a utilização desses dados da melhor forma possível. São dados que permitem informar as pessoas sobre a existência de um conjunto de dados ligados as suas necessidades específicas.” (ALMEIDA, 1998)


ISAD(G)

   A General International Standard Archival Description, ISAD(g), foi elaborada pelo International Council On Archives Conseil International Des Archives(CIA). Para melhor entendimento e aplicação desta norma, pelos arquivistas e demais profissionais interessados em efetuar descrição arquivística, ela foi traduzida para o português sob o título de "Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística". Esta norma já "constitui referência mundial para a elaboração de instrumentos de pesquisa, pois estabelece diretrizes gerais para a preparação de descrições arquivísticas, visando sua normalização" (CASTANHO, GARCIA e PIVETTA, 2006, p45)


GED

   Gerenciamento Eletrônico de Documentos. Converte informações, essas podem ser voz, texto e imagens, para a forma digital. Funciona com softwares e hardwares específicos e usa as mídias ópticas, em geral, para armazenamento. Um sistema de GED usa a tecnologia da informática para captar, armazenar, localizar e gerenciar versões digitais das informações.

EAD

   Encod Archival Description (EAD): EAD não é uma norma, mas sim, uma série de regras. De acordo com a versão 1.0 de EAD, esta é uma série de regras para desenhar as partes intelectuais e físicas de instrumentos de descrição arquivística, para que a informação contida a este respeito pode ser buscada, recuperada, visualizada e intercambiada de maneira precedível e independente da plataforma.Por último, EAD é uma linguagem para codificar instrumentos de descrição, em termos convencionais: um guia, um inventário ou uma combinação de ambos.

DTD

   Document Type Definition, ou simplesmente DTD, contém as regras que definem quais as tags que podem ser usadas em um documento XML e quais os valores válidos.

EAD e Isad(G)

   A norma Isad(G) se define como de uso geral e declara explicitamente que deve ser complementada por regras nacionais. EAD também foi feita para ser utilizada em ampla deversidade, porém a diferença da Isad(G) é que esta tem uma estrutura basicamente fechada, e a EAD é sucetível à modularidade, extensibilidade e interoperabilidade.
   O site oficial da EAD (http://www.loc.gov/ead/ead2002a.html) propõe algumas DTDs para facilitar o cruzamento de informações entre EAD e normas de descrição, entre elas a ISAD(G). Para isto inclui uma DTD especifica relacionando EAD-ISAD(G).

Alteração Proposta

  Tendo em vista que o grupo é composto por iniciantes em relação a textos cooperativos, o mesmo não encontrou nenhuma solução final cabível ao problema apresentado. Mas a partir das discussões levantadas surgiu uma idéia central e várias sugestões de como incrementá-la, que podem de alguma forma contribuir para uma futura análise do problema.
  Como o principal objetivo é propor uma alteração/inclusão na ISAD(g) foi-se direto ao ponto que trata dos produtores do documento:
  "3.2 ÁREA DE CONTEXTUALIZAÇÃO 
  [Algumas das informações desta área, isto é, o(s) nome(s) do(s) produtor(es) e a história administrativa/biografia podem, em alguns casos, ser armazenadas em arquivos de autoridade relacionados." (ISAD-G, 2001)
  "3.2.1 Nome(s) do(s) produtor(es) 
  Objetivo: Identificar o(s) produtor(es) da unidade de descrição. 
  Regra(s): Indique o nome da(s) organização(ões) ou da(s) pessoa(s) responsável(is) pela produção, acumulação e manutenção dos documentos da unidade de descrição. O nome deve ser registrado de uma forma normalizada, como prescrito por convenções nacionais ou internacionais, de acordo com os princípios da ISAAR(CPF)."(ISAD-G, 2001)

Proposta de alteração na ISAD(g)

  Alterar a o Item 3.2.1 :
  De "Nome(s) do(s) produtor(es)" simplesmente para "Produtor(es)" 
  Incluir os subitens:
  3.2.1.1 - "Nome do produtor" 
     Objetivo: fica o mesmo do atual item 3.2.1
     Regra(s): ficam as mesmas do atual item 3.2.1
  3.2.1.2 - "Contribuição" 
     Objetivo: Descrever a contribuição de cada co-autor
     Regra(s): (não foi possível chegar a uma solução satisfatória neste item – retornaremos a este assunto mais abaixo)

Proposta de alteração no DTD – ISAD(g) x EAD

  Na DTD atual sugere linkar "3.2.1 Name of creator" a "<origination>"
  Sugerimos permanecer assim e incluir  “3.2.1.1 - Nome do produtor” linkando a tag <author> 

Algumas sugestões para as Regras do Item 3.2.1.1

  Pensou-se em disponibilizar o texto, onde através de uma legenda cada co-autor teria uma cor, que destacaria a sua contribuição. No entanto, esse sistema não abarcaria as alterações, correções e mudanças que um co-autor pode fazer em relação a contribuição de um outro integrante.
  Também pensou-se em disponibilizar a contribuição por cada co-autor separadamente. Seria disponibilizado os nomes dos integrantes e clicando em cada um, apareceria o que ele inseriu no texto, mesmo que depois esta informação incluída tenha sido alterada ou excluída.
  Outra idéia também pensada para tentar solucionar o problema em saber qual foi a contribuição de cada autor e/ou co-autor, tentar fazer um sistema parecido com "notas de rodapé" que existem nos livros, determinando números e/ou letras para cada autor e com isso ter um relatório de todos os autores e suas contribuições.
  Após este estudo, ficou claro para o grupo que todas essas idéias levantadas apresentam falhas ou não abordam todos os aspectos referentes as contribuições, alterações, correções que podem ocorrer num texto cooperativo.

Referências Bibliográficas

Arquivo Nacional (Brasil). Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005. Arquivo Nacional (Brasil). Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2000. <<http://www.cinted.ufrgs.br/renote/nov2005/artigosrenote/a9_editor.pdf>> <<http://www.ibict.br/anexos_secoes/METADADOS.ppt#270,6,Utilização>> http://www.inf.ufsc.br/~edla/publicacoes/ArtigoEcotroProfes-JuntoComSirlei.doc GÓMEZ, Alejandro Delgado. Introducción a Encoded Archival Description

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